quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A explicadora do desencarceramento

Você já teve alguém na vida, um amigo, amante, alguém da família que põe a palavra pra fora por você? Alguém que sabe o que você pensa-mas-não-fala, e expõe o verbo pra te aliviar? Meu amigo, isso não tem preço. Espero muito que um dia você encontre essa pessoa. Coloco aqui um texto feito por um ser humano sensível e inacreditavelmente afinado com meus pensamentos e sentimentos.
(texto produzido em uma quinta-feira - 12 de junho de 2008)

Blá blá blá
(Sylvia Araújo)

Não gosto que me sinalizem que não faço sentido - posso não fazer pra você, mas aqui dentro, cada coisa tem seu cativo lugar, sim, senhor!
Não gosto que ignorem meu coração.
Não gosto que desrespeitem meus sentimentos.
- Procure ouvir mais, compreender mais, julgar menos. Dica das boas! ;o)

Blá, blá, blá quem faz é vácuo. E eu sou cheia, meu bem: de vida, de arte, de fôlego - Corro maratona de pensamento e pulo obstáculos como ninguém! (É bom acreditar. Humrum)

Blá blá blá é coisa nenhuma, é desimportância, desadereçamento. E eu, ainda bem, hoje sei que sou alguém, chéri!
Tô cansada de tanto encarcerar o verbo!
- Revolução, já!
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