quarta-feira, 17 de junho de 2009

Helicopterizando

Gostaria imensamente de sair de mim...
Sair mesmo, retirar do meu corpo cansado esta alma aflita, energia densa.
Pairar acima das nuves.
Subir, subir, até estar em uma altura onde, além de poder enxergar o limbo onde me encontro, ver também um pouco de luz.
Estar de saco cheio de si mesmo é um troço terrivelmente cansativo e constrangedor.
Nos faz pensar o que quem nos rodeia está sentindo, afinal, tendemos à auto-benevolência.

Falei antes que precisava correr da N. S. do Silêncio, mas acho mais sábio continuar rezando por ela, para dar um basta na circulação de energia opressora.

Como disse meu amigo poeta, chega de tristezura. Procurarei, a partir de agora, palavrear somente belas letras. E o ar ficará mais leve. E conseguirei respirar novamente. E não trarei preocupações a quem amo e me ama.
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