quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Aos meus...


Não tem jeito.

Penso em vocês e começo sempre com esses versos:
"Amigo é casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre..."

Hoje, mais uma vez, a palavrassentida vai pra vocês, cada um de vocês.
Alê, Fabio, João, Jorge, Lis, Edson, Madrinha, Malu, Mari, Mario, Mila, Nana, Rapha, Sia.

Ê família grande! E bela.... Cada um do seu jeito, me faz sentir como a vida é boa e como eu sou sortuda de ter vocês.

Obrigada por fazerem da minha vida um porto.
Serem meu baluarte.
Me fazerem viver o que é de fato uma família.
Amarem meus filhos como se seus fossem, assim como eu amo os de vocês (até os que ainda estão pra chegar).

Seus ombros são meus travesseiros na hora da tristeza.
Seus risos são música e leveza.
Suas broncas são sempre pra tentar fazer de mim alguém melhor.

Nossa semelhança é o amor e a união.
Há que se registrar que o que temos é belo e raro: uns aos outros.

O tempo vive nos ensinando. Aprendemos até o final da vida. Hoje consigo ver melhor meus defeitos, os erros que cometi, bem como os acertos e as qualidades. Mas uma certeza é certíssima! (rs) Meu amor por vocês é in-con-di-ci-o-nal (vamos à palavracitada):
Que não há restrições, não esta sujeito a condições, é um estado absoluto, total, pleno, ilimitado.

Adj. Imperativo, absoluto. / Que não admite ou não supõe qualquer condição.

Amo muito cada um de vocês. Obrigada por existirem.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Quase Memória


Peguei este livro para reler e, por acaso (acaso?), estamos na semana do dia dos pais.

Pra mim, esta história é a declaração de amor mais bela que um filho possa fazer a seu pai.

Quase memória, quase biografia, quase autobiografia, quase romance, que de 'quase' não tem nada. É tudo, inteiro, puro amor. O retrato do pai herói. Lindo lindo...

E mais, é um conhecimento paterno impressionante. Vai do cheiro mais inusitado em determinadas circunstâncias à intimidade no trabalho, passando pelos defeitos mais sutis.

Carlos Heitor Cony escreve Quase Memória dez anos após a morte de seu pai e eu fico imaginando como seria esse pai o lendo, ou melhor, se lendo. Com certeza ele descobriria um afeto e uma cumplicidade no filho que talvez nem sonhasse.

Vale a pena, muita coisa. Aliás, sugeriria até como um belo presente para o dia dos Pais.

Autor: CARLOS HEITOR, CONY
Editora: SUMA DE LETRAS BRASIL
Assunto: LITERATURA BRASILEIRA
Preço: 39,90
ISBN: 9788573028072