segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Memórias de um diabo de garrafa

Pronto. Concluído. Infelizmente concluído, diga-se de passagem. Chego a arriscar perigosamente que foi o melhor livro que já me caiu em mãos.

Confesso que ando meio "sebenta"... ou "sebosa"?? rsrs Quero dizer que ultimamente ando postando aqui livros que infelizmente só são encontrados em sebos. Peço desculpas e prometo que tentarei que o próximo seja um super-lançamento, de preferência ainda no prelo!

Mas (sempre tem um), Memórias de um diabo de garrafa merece ser procurado, rastreado, se for o caso, e lido. Lido não, devorado! Pois é isso que acontece quando ele cai em suas mãos. Obra e arte de Alexandre Raposo que escreveu uma obra riquíssima que envolve arte, grandes figuras que deixaram marcas desde o século XVI até os dias de hoje!

Ilustres ou não, Giacomo, nosso querido diabinho de garrafa, nos leva a uma série de aventuras contadas de forma inteligentíssima, divertida e bela. Esse pequeno diabrete foi conjurado nada menos do que em 1526, pelo nada menos ourives e escultor Benvenuto Cellini. A partir daí sua vida de garrafa, que nada tem de monótona, passa por mãos sagradas como o violinista Nicolò Paganini até outras figuras como estudantes, ladrões e o célebre pirata Francis Drake.

Diabo inteligente, com alguns séculos de vida, o que proporcionou a ele tanta sabedoria, o aprendizado de tantos idiomas e dialetos e a profunda e eterna curiosidade sobre a alma humana.

Imperdivel. Infelizmente, esgotado.

Um beijo.
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